Depois de um tempo de "folga" de meus devaneios escritos, estou de volta á ativa.
Nesse tempo que estive fora, muita coisa rolou na minha vida. Muita coisa boa, outras nem tanto.
Mas como minha volta se dá em um momento de reflexão para os Norte- Americanos, resolvi escrever sobre isso. Mas lógico, com pequenas, mas relevantes diferenças.
Se pra eles o dia 11 de setembro é lembrado com muito pesar, pra mim é um dia de alegria saliente. Deixe-me explicar:
Desde o primeiro amor - o meu foi aos oito anos - quando começamos a sentir uma extranha atração, pelas antes chatas meninas, até agora; é provável que você tenha
se apaixonado uma dezena de vezes.-Deve ser parte de nossa natureza tentar á todo custo, amar alguem.
É mais provável ainda que apenas uma pequena porcentagem dessas suas paixões tenha correspondido ao seu charme... Vai saber porque?
E foi em um "11 de setembro" que essas estatísticas resolveram me favorecer.
Ela era uma linda garota, dessas que a gente tem vontade de fazer algo bem íntimo... Tipo apresentar pra Vó. - eu acho isso intimo! Obrigado, de nada.
Eu convidei ela pra sair, e na volta pra casa usei todo o meu charme de moreno alto, bonito e sensual.
A idéia de que no fim da noite eu poderia ter um "histórico positivo" com aquela garota, era de arrepiar.
A partir do momento em que ela me desse um "sim", meu padrão de relacionamentos iria subir de nível - os fortes entendem.
Na porta de casa, ela me disse boa noite, de um jeito demorado e seduzente - eu gosto dessa palavra - pra mim aquilo era como a subida da montanha russa, quando o carrinho atinge o topo da primeira descida.
Nos aproximamos, e ela perguntou o que eu queria com ela afinal...
O que foi que eu respondi? Tudo! - ponto pra mim. lol
Enquanto os Estados Unidos e o mundo lembravam de uma data trágica, a minha sorte era mudada.
Enquanto se faziam minutos de silêncio pelas vítimas dos terroristas, eu "tocava" o terror.
Neste 11 de setembro, tenha isso em mente:
Fazer, e viver uma boa história é mais fácil do que se imagina.


