domingo, 29 de janeiro de 2012

ESTÁ CHEGANDO A HORA DE PARTIR.

Ontem cumpri uma das etapas mais importantes na vida de um homem da geração “Y”: comprei um microondas! Branco, com manda o figurino “CLEAN”.
E se você pensa que isso é uma bobagem, deixe-me explicar o significado profundo e cultural de um homem comprar um microondas.
Durante muito tempo Roberto viveu uma difícil condição: Por não saber, e nem tentar cozinhar de maneira decente, ele se tornou refém das mulheres com as quais vivia.
Elas, as cozinheiras históricas, por muito tempo o alimentaram com guloseimas mil, e todo tipo de iguaria. Ele acostumou-se a chegar em casa, depois da escola, tranqüilo em  saber que seu estômago que roncava seria saciado, por que alguém, já havia se encarregado de cozinhar, fritar e assar tudo que Roberto poderia desejar.
Mas os tempos mudaram. Roberto cresceu e ao que parece, o amor e cuidado que sua mãe e irmãs lhe devotavam, envelheceu e esfriou. Elas agora estavam diferentes, viviam resmungando pela casa o quanto eram necessárias, o quanto estavam cansadas da rotina doméstica e que não fariam o jantar!
Parece que os nostálgicos dias de comida quentinha haviam partido para sempre, a menos é claro, que Roberto começasse a cozinhar.
Para quem vive situação parecida, eis a solução: O MICROONDAS!
Se você já teve a triste sensação de chegar em casa "azul "de tanta fome, e deu de cara com toda a comida, hermeticamente fechada em uma Tupperware,ainda por cima na geladeira, sabe do que estou falando. Antigamente eu ainda tinha a coragem e displicência (adolescente é fogo) de esquentar tudo o que encontrava; mas depois de certa idade, tenho a impressão de que nos tornamos “hóspedes malditos” em nossa própria casa. Qualquer barulho causado pela tentativa de esquentar a comida é interpretado como bagunça ou ofensa à ordem doméstica. É como aquele lance da galinha com os pintinhos; assim que a galinha percebe que os pintinhos já estão “piando grosso” ela começa a dar uns beliscões neles, como se dissessem, como os Teletubbies diziam: é hora de dar tchau.
Comprar um microondas é como mandar um recado ao mundo de que você está de olho no futuro. De que por saber que em breve você viverá sua vida adulta, por tanto sozinho, você já começou a se equipar como um soldado que vai pra guerra. - a da vida.
Acho que é hora de começar-mos a dar passos para o futuro que tanto desejamos: o respeito.  E como respeitar alguém que não consegue sequer, se virar sozinho?
Chega de ficar pelos cantos choramingando as dificuldades que se apresentam, é hora de preparar-se para enfrentá-las da melhor maneira possível.
Seja aprendendo a cozinhar, lavar, passar ou administrar melhor o dinheiro, daremos passos para a nossa revolução pessoal. Pois chega uma hora na vida de todos, em que a máxima proferida por D.Pedro torna-se real.
É independência ou morte.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

O QUE VOCÊ JÁ FEZ POR AMOR?

Imagine a cena: uma bela princesa vive feliz em seu reino, quando repentinamente, é sequestrada por um terrível dragão... Do mal. Ela estaria em maus lençóis, não fosse a intrepidez do belo príncipe que sai em seu resgate, luta e vence o terrível dragão...do mal, e leva a princesa de volta a seu reino em um lindo cavalo branco, cavalgando sobre os montes,com o sol poente de fundo, onde finalizam a cena com um beijo apaixonado; mostrando ao mundo que há quem, por amor, enfrente os mais perigosos inimigos, denotando toda a nobreza de um apaixonado.
Como podemos ver nessa historinha, o nobre príncipe foi capaz de algo ousado por amor. E você? o que já fez por amor?
Nos tempos de escola, o que se via eram declarações públicas de afeto através de carros de mensagem. Isso mesmo, de repente, no meio da aula, alguém aparecia, normalmente gritando: vai lá fora urgente!  E lá estava um carro de som tocando alguma musica bem piegas, enquanto era lido um poema ou poesia, para o delirio da platéia de adolescentes que faziam aquilo sabem fazer de melhor: gritar... iiuuhhuuuuu.
Eu, por outro lado, sempre fiz diferente. Até porque não tinha grana pra fazer aquelas presepadas de carro de som. Minha paixão de escola recebia de mim atenção, carinho, cola, nome assegurado nos trabalhos de grupo, e quantos tip-top pudesse aguentar- era um tipo de suco congelado dentro de um saquinho, era coisa de descolado,na época.
Logicamente, de lá para cá, melhorei meus galanteios, e passei a praticar atos dignos de um príncipe. Ta, eu não matei dragões, mas posso garantir que andei milhas e milhas por amor. (é minhas namoradas sempre moravam bem longe da minha casa).
Com o tempo passei a escrever cartas, romântico não? Na verdade, lembro que escrevi minha primeira carta aos oito anos. Era mais ou menos assim:
Nilma, (era o nome da garota) como eu te amo.
Mas não vá contar pra todo mundo.
Foi tudo isso! Não preciso dizer que foi um fracasso total.  Depois disso fiquei anos off-line.
Até que aos 16 fiz uma historia em quadrinhos com a garota dos meus sonhos (da época). Ai ela foi embora pra Holanda, e eu dei fim a saga que bem poderia ser o novo "X-Men”. (estou delirando)
O fato é que todos nós, em algum momento da vida, nos veremos diante da possibilidade de demonstrar o amor que pulsa dentro de nós. E se o romance não durar, pelo menos dormiremos tranqüilos sabendo que somos do bem, que somos defensores do romance e não do lance, que por sermos seres em constante evolução, cedo ou tarde, chegaremos ao mais alto nível, e seremos os melhores amantes. (e não estou falando só de sexo)
Plantar amor nunca foi, e nunca será um desperdício. É claro que não acertaremos de primeira. É claro que sofreremos a perda, a traição, a angustia e pagaremos mico... Por que só depois de passar por tudo isso, entenderemos de uma vez por todas que o amor é uma decisão.
Decisão de perdoar todos os dias, de suprir as carências do outro, salvar dos apuros da vida... Não foi isso que o príncipe lá do inicio fez?
E pra quem não acredita em príncipes, - defenderei essa causa até o fim – eu encontrei um disposto a nos revelar sua “loucura de amor”. Como um Romeu do século 21, ele escreveu um email apaixonado à sua princesa propriamente dita:

Princesa... não poderia comecar esta carta com outro adjetivo se não esse.Uma das coisas que sempre me fizeram admira-la foi essa doçura que você destila a todos ao seu redor. É exatamente assim que são a s princesas não é? Mulheres que inspiram homens comuns a serem heróis de uma geração.
Mulheres pelas quias enfrentamos dragões e todo tipo de besta esquisita, afim de vê-las descancassarem seguras em nossos braços. Evas pelas quais suspiramos a cada dia nesta selva paradisíaca do século 21. Sim! Você é tudo isso! E não falo simplesmente como um homem interessado - e que fique bem claro que estou - mas como alguem que percebe que dois mais dois são quatro.
Não quero fazer desta carta uma declaração pessoal, mas um auto de reconhecimento de sua importância na minha vida. Você deu valor a parte mais importante pra qualquer homem que se preze...Os sonhos. Isso fez de nós amigos intimos, não da intimidade superficial de segredos sexuais, mas a de sentimentos íntimos.
Eu realmente acredito em um futuro, onde você será pra uma multidão, aquilo que já é pra mim:
Nobre, delicada, forte, inspiradora, menina, mulher, princesa...daquele que é o reino mais importante de todos, o coração.

Esse ai merece um beijo ou não? :P

domingo, 22 de janeiro de 2012

HOMENS SÃO COMPLICADOS? SIM NÓS SOMOS!

Essa semana fui tomado de supetão por uma nova “vibe”. Não! Não estou falando de Luiza e sua famigerada localização, tão pouco da “canja” dada por Barack Obama, que mostrou ao mundo que podemos ser mais do que o mundo pressupõe que sejamos; e diga-se se de passagem que o homem canta afinado.
Descobri que entre nós há um grupo de mulheres que parecem, segundo elas, ter descoberto a bala que matou John Lenon. Elas se dizem surpresas com a aparente complexidade do gênero masculino... É... nós já fomos mais previsíveis.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

O QUE TIRA SEU FÔLEGO?

Tudo começou de maneira aparentemente simples. Saímos algumas vezes, trocamos telefones e posteriormente, telefonemas. Logo percebemos que tínhamos muito em comum: gosto musical, filmes (alguns só), e a concepção sobre Deus, o que convenhamos, é um milagre.
Em, relativamente pouco tempo, engatamos um namoro desses de filmes em que alguém vai morrer. Sabe como é né? Romance, alegria, pouco tempo... Eu devia ter sacado. Enfim, em um de nossos encontros, rolou uma “química perfeita”, pelo menos de meu ponto de vista. Bom, estávamos lá, namorando, e de repente me senti flutuando. Era como se o ar estivesse se esvaindo dos meus pulmões, era como rodar em um brinquedo de parque de diversões: você acha que vai morrer, mas que se dane!
Não quero entra na discussão sobre meus sentimentos a respeito da garota, mas tenho que admitir, ela me tirou o fôlego!
Lembro-me quando tinha 16 anos, e a moça da escola por quem eu morria de amores, me deu um beijo no rosto. Algo do tipo: “oi amigo!”, sabe aquela expressão baiana “tira o pé do chão”? Pois é eu tirei! Eu tenho certeza que tirei! Ou subi pela parede... O fato é que também perdi o fôlego naquela situação. Não que eu seja tão “testosterona pura” ao ponto de qualquer gracejo feminino me deixar de quatro, não é isso. Mas esses momentos sublimes me ensinaram a valorizar a importância desses eventos e seus causadores. Na verdade, acho que cada vez mais pessoas o fazem também. Todos temos procurado por momentos assim, onde a adrenalina vai à mil, onde se sua frio, onde ficamos em riste ( se é que você me entende), onde gritamos iuuhhuuuu, como se fosse nosso ultimo grito. Mas onde vai parar o amor ao próximo? Ta exagerei... rsrsr
Depois muito pensar, percebi o quanto pessoas assim são especiais. Ficam na memória nos fazendo lembrar como elas fizeram, mesmo que por um breve momento, nossa vida valer á pena. Então por que não ser uma dessas pessoas? Por que não despender tempo tentando fazer a vida de alguém valer á pena? Claro que não estou falando de beijar todo mundo, não sejamos engraçadinhos. Falo de ser alguém especial, alguém que marque a vida de outra pessoa pra sempre. Que graça tem ser vitima de tudo, inclusive do amor?
Que tal provocar?  Provocar a fé de alguém a acreditar que ela é especial e tem valor?
Que tal provocar o amor no seu pai ou sua mãe, dando-lhes um beijo de bom dia, ou pedindo “a velha benção”?
Que tal provocar a esperança, olhando pro horizonte acreditando em dias melhores, ou que além do sol haja um lugar onde seremos felizes pra sempre?
Se borrifar fé, esperança e amor, sem preconceitos, seguramente alguém vai perder o fôlego por sua causa.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

PRÍNCIPES ENCANTADOS EXISTEM?

Se você mora no planeta terra, seguramente já deve ter ouvido falar nestes sujeitos:
Bruce Wayne, Clark Kent, e Peter Parker, conhecidos mundialmente por seus alter egos: Batman, Superman, e Homem- Aranha, respectivamente.
Alem de ícones da cultura pop, esses sujeitos mostravam que ainda era possível viver por princípios, como amor ao próximo e coisas do tipo. Quantas vezes vimos esses paladinos refutarem a idéia, ainda que atraente, de fustigar os opressores dos fracos e oprimidos, não apenas por que isso não era certo; e olha que as situações geralmente eram favoráveis ao um acesso de testosterona. Ser um exemplo ao mundo estava acima de tudo para eles. Não importava quão dureza fosse seguir suas convicções, mesmo sentindo as dores heroísmo, que geralmente é interpretado como “maneísmo” (acabo de inventar essa palavra, é a síndrome do Mané) eles seguiam em frente e salvavam o mundo centenas de vezes.
Salvar o mundo! Esse é o ingrediente diário que falta á maioria de nós homens.
Não falo de lutar contra vilões loucos que querem destruir ou escravizar o mundo, mas praticar atos que revelem a nossa natureza e inclinação poética de querer fazer do mundo um lugar melhor.
 E as nossas parceiras de espécie, as mulheres, são um termômetro de como nós homens, estamos deixando de lado aquilo que sim, nos faz inchar o peito e sentirmo-nos dignos de nossas bolas.
Na semana passada houve uma avalanche de blogs e sites fazendo a mesma pergunta: ONDE ESTÃO OS HOMENS DE VERDADE?
Liderados por elas, as mulheres, esses sites e blogs colocaram em discussão a ausência de “homens-exemplo”, aqueles que se apresentam ás mães, e fazem as amigas suspirarem.
A crise de bons rapazes chegou a níveis tão alarmantes, que algumas senhoritas resolveram aderir a uma nova prática: namorar homens gays.
Chamadas de Marias-Purpurina, em alusão as Maria-Chuteiras do futebol, são mulheres que saem com homens gays porque, segundo elas, eles são sensíveis, amáveis, sinceros... Verdadeiros cavalheiros. Parece-me que a indiferença masculina aos apelos velados da mulherada, no que diz respeito aos princípios que regem um bom cavalheiro, as tem transformado em verdadeiras caçadoras de homens. E nós homens, como bons cafajestes que somos, adoramos ser alvos do desejo feminino de um “final feliz.”
A culpa é delas então? Não, elas são só princesas em busca do príncipe encantado que lhes é devido. A culpa é toda nossa, que temos deixado de lado o nosso aspecto "encantado", talvez por medo de parecer fraco diante dos "muy" amigos.
Muitos de nós temos encarado o cavalheirismo como algo pertinente, somente àqueles que têm uma melhor condição financeira; culpa dos principies encantados do cinema e de historias infantis, que mostravam sujeitos lindos e bem sucedidos que não tinham outra vocação na vida, alem de resgatar moçoilas de seus demônios, quer fossem bruxas ou monstros... Pôneis malditos!
Os príncipes encantados existem sim!
Só não são, via de regra, playboys bem nascidos ou sujeitos que vêm acrescidos de casa, comida e roupa lavada. Príncipes encantados existem sim! Só estão enferrujados, destreinados e adormecidos. Adormecidos? Seria uma “Bela” a solução deste “mau atendimento?”
Com a palavra, as Princesas! :D

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

O PODER DO AMACIANTE

Se você tem mais de 20 anos, provavelmente deve lembrar-se do famigerado desodorante “AVANÇO”. Se não tem, não se preocupe que eu explico:
Nos áureos anos 90, surgiu um desodorante, que como tantos outros, lutava por um espaço em nossos sovacos. Com o sugestivo nome de AVANÇO, esse “perfumado” tentava agradar por sua proposta, que ia direto ao âmago masculino: COM AVANÇO, ELAS AVANÇAM!
Por mais cafona que soe hoje, na época, o slogan ficou impregnado na cabeça de milhões de brasileiros, dos quais este que vos fala, era um dos menores.
Embalado pelo sucesso dos TRAPALHÕES, o desodorante AVANÇO foi longe. Era hilário ver Dedé, Mussum, Zacarias, e Didi arrebatando corações pelo simples fato de usarem AVANÇO.
A cena era a seguinte: os caras estavam lá, tentando arranjar uma gatinha, mas nenhuma lhes dava a menor chance; mas bastavam algumas borrifadas de AVANÇO e tcharam! Não havia mulher que resistisse ao sujeito. Eu me perguntava se aquilo de alguma forma funcionava, afinal se os TRAPALHÕES estavam dizendo, deveria haver algum fundo de verdade. Menino é bobo ou não é?
Bom, hoje anos depois do sucesso do perfume que fazia as gatinhas miarem mais alto, me vejo diante de uma nova tendência tão arrebatadora quanto a do perfume AVANÇO: AMACIANTES.
Tudo começou com uma bela ruiva que me tinha em “alta estima”. Sempre me dizia que o cheiro do amaciante em minha roupa era tão bom. E enquanto falava, percebia sua voz quase embargada, como se ronronasse. No começo pensava: eu sou o cara! Mas outras experiências me fizeram perceber quer o buraco era mais embaixo.
Toda mulher que se aproximava a menos de cinco centímetros, disparava algum comentário a cerca do cheiro de amaciante que exalava das minhas roupas.
Mas onde estava o poder? Bom... Elas não paravam de me cheirar...: D
Não vou me anular pondo toda a culpa no amaciante, mas tenho que reconhecer seu importantíssimo papel de coadjuvante. Sem a presença dele, talvez não houvesse desculpa decente para aproximar se de mim sem levantar suspeitas suspeitíssimas.
E digo mais. Isso também demonstra que nós homens devemos nos importar com alguns aspectos, antes ignorados. É meu amigo... Antes se dizia que quando um homem entrava em uma sala, a primeira coisa que uma mulher olhava era para seus sapatos. Pois hoje vos digo, elas ligam pro seu amaciante de roupas... Melhor usar, não? :p

domingo, 8 de janeiro de 2012

REFLEXÕES DA MADRUGADA

São 03 da manhã, e eu, não por falta do que fazer estou acordado e pensando nas idiossincrasias da vida. Deixe-me explicar:
Conheci um cara que estava passando por perrengue digno de novela mexicana: conheceu uma garota especial, linda segundo ele, e com mais um monte de adjetivos que só quem está apaixonado é capaz de enumerar. Até ai tudo bem, porque segundo ele, a moça também tinha afetos por ele, claramente fundamentados em uma noite de amor á luz da lua.
Mas parece que os dias que se seguiram, revelaram a dura realidade dos romances da vida real. A moça tinha uma família que não “ia muito com a cara” de nosso pobre Romeu.
Os motivos para tanta antipatia por parte da família da garota, ainda não se revelaram. Mas foram suficientes para balançar, de forma negativa, o romance dos dois.
A garota, que parecia decidida a entregar seu coração ao meu nobre camarada, voltou atrás e disse já não ter mais tanta certeza, haja vista que sua família reprovara sua escolha.
E meu amigo, como já era de se esperar, estava arrasado. Porque se existe algo que põe um homem pra baixo é a idéia de que foi descartado. Pra nós homens, ser descartado, em qualquer situação, tem um significado mais profundo.
È como se nos dissessem que não somos capazes de sermos homens. E se existe algo que qualquer homem valoriza são suas bolas.
Segundo meu amigo, saber que sua garota estava pondo em suspense o relacionamento dos dois por um palpite familiar, ainda que familiar, soava como algo do tipo: E se meus pais estiverem certos? E se ele não for capaz de me fazer feliz ou suprir-me nas coisas mais básicas? Acho que não vai dar conta... Eu sentia que, enquanto ele me contava sua tragédia, era como se uma faca transpassasse seu peito lhe trazendo de volta do mundo encantado do amor, á realidade cruel e fria, onde o estereótipo de um homem acaba valendo mais que a sinceridade de seus sonhos; que como qualquer sonho, cozinha-se em banho-maria.
Agora já são quase 06 da manhã. O céu antes escuro, agora começa a ganhar tons de amarelo e azul. Lembro-me de meu amigo e sua história e penso que, agora á pouco, esse mesmo céu que agora parece sorrir diante da presença do “Astro-Rei”, estava tão negro que trazia medo alma dos inexperientes. E que esse mesmo céu que agora já trás em si, um lampejo de esperança, daqui á algumas horas estará brilhando á pino, nos lembrando que nunca houve noite, por mais escura que e tenebrosa que fosse que pudesse impedir o nascer do sol.
Por isso lhe digo, meu nobre amigo, não desista de seus sonhos, porque eles denotam a grandiosidade do seu futuro.
Um futuro onde todas as “estrelinhas” que se acham durante a noite, desaparecem diante da grandiosidade e força que seu brilho produz. Pois ao contrário delas, meu amigo, você é o único que aquece essa terra e os corações.
Fábio Geração

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

1...2...3...TESTANDO

Estou começando mais um dia de trabalho...a piada é que hoje é domingo. Mas quem mandou trabalhar muito e ser confiável?
Sei que segundo tudo o que a “moral e os bons custumes” prega é bom e tal. Mas as vezes sinto uma vontade miserável de jogar tudo pro ar.
Ser
um bom rapaz, de vez em quando é incrivelmente frustante.
Eu sei que de perto ninguem é tão quietinho assim. Mas na maioria do tempo eu tento ser o “bom moço”.
Talvez eu tenha passado tempo de mais dando ouvidos a professores politicamente corretos.
O fato é: Hoje, mais do que outros dias, sinto uma vontade enorme de chamar uma mulher de gostosa...largar o trabalho...ir á praia...tocar violão na praça...
Será que isso faz de mim um mau-caráter?
não! talvez seja só cansaço acumulado misturado com o último filme que vi.
já passei por isso algumas vezes, e a solução sempre foi dar uma fugidinha do mundo que normalmente me cerca.
nessas horas eu me lembro do que meus professores politicamente corretos me diziam...”faça como o próprio Deus, que fez o mundo inteiro em 6 dias, e depois tirou um dia de folga.”
É...ninguem é de ferro...nem Deus!

Fabio Geracão